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Compras In Game: O fenômeno do mercado de jogos

 

Compras In Game: Entenda como este modelo está revolucionando a indústria de jogos digitais

O mercado de games é um fenômeno. E seu crescimento parece não ter fim. De acordo com reportagem do UOL Tecnologia, o mercado de jogos digitais no mundo deve ter uma receita de US$ 137,9 bilhões em 2018. 75% deste lucro é gerado pelos jogos para dispositivos móveis ou computador. Esta fortuna é proveniente de jogos que trabalham com o chamado sistema de compras In Game.

E como isso funciona? Atualmente, muitos games de sucesso são gratuitos. O usuário baixa o produto sem pagar absolutamente nada. Porém, para que ele consiga evoluir no jogo, são necessários diversos itens postos a venda durante as etapas do jogo. Esse é o modelo de compras In Game. E é daí que vem o lucro das empresas desenvolvedoras. Também são ofertados diversos conteúdos para download, conhecidos como DLCs.

Alguns dos jogos de maior sucesso na atualidade  são baseados no modelo de compras In Game. Entre eles o Fortnite, Fifa e o Call of Duty. O Fortnite merece destaque nesta lista. Lançado em 2017, o jogo conta hoje com mais de 200 milhões de usuários registrados no mundo todo e já chegou a ter 3,4 milhões de pessoas jogando simultaneamente.

Sites e serviços especializados em organizar torneios virtuais também vem crescendo  e otimizando seus serviços para atender a essa grande demanda. O portal eMasters, serviço de torneios virtuais, tem investido bastante em segurança, tanto no que diz respeito aos dados do usuário quanto nas formas de pagamento.

E, acredite. Nos jogos com modelo de compras In Game, o usuário acaba gastando muito mais, quase sem se dar conta. Atualmente, este é o mais eficiente modelo de monetizar tecnologia de jogos digitais. A grande transformação do mercado é que através deste sistema de compras, os jogos são comercializados muito mais como serviços do que como produtos. No Brasil, o mercado de games movimentou US$ 1,3 bilhão (R$ 5 bilhões) em 2017. Para 2018, a previsão é de US$ 1,5 bilhão (R$ 5,8 bilhões) de acordo com a consultoria Newzoo. Existem aproximadamente 75,7 milhões de jogadores no país. E, 83% dos usuários brasileiros compraram itens dentro dos jogos.

Como as empresas de tecnologia podem aproveitar esta onda?

Para as empresas de tecnologia, o investimento no desenvolvimento dos jogos através do modelo das compras In Game é bastante tentador. Através da análise do comportamento dos usuários, os jogos podem ser otimizados para que os usuários tenham as ações de compra desejadas.

Toda vez alguém usa um jogo digital, esta pessoa fornece dados valiosos às empresas. Um jogador pode comprar produtos In Game porque chegar ao topo da lista de classificação, ou apenas por querer mais diversão. Assim, os desenvolvedores trabalham para maximizar o valor de todas as compras In Game. Esta é uma das maneiras mais eficazes de monetizar uma comunidade de jogos.

Além do desenvolvimento tecnológico, as empresas desenvolvedoras podem pensar no jogo com a mesma a lógica dos cassinos. Os empresários do ramo de cassinos costumam classificar seus jogadores pela quantia que gastam. Os jogadores são apelidados de baleias, golfinhos e peixinhos. O tamanho de cada animal é relacionado à quantia gasta por cada um.

 

As baleias, naturalmente, compõem o menor grupo de jogadores. Obviamente a maioria dos gamers são peixinhos. Mas isso não torna cada grupo menos digno de atenção ou menos valioso — são apenas escalas diferentes de valores. As baleias precisam dos animais menores para se alimentarem. Por sua vez, as baleias financiam ou apoiam o jogo dos peixinhos. Porém, na somatória o pouco que cada peixinho gasta soma um montante que pode ser até maior que o das baleias. Portanto, os 3 grupos mantêm uma relação simbiótica.

E nesse mar, como ficam os usuários?

Para os apaixonados por games, os jogos com compras In Game são fascinantes. A cada conquista algo novo para adquirir, muito estímulo e emoção. Muito semelhante a uma consumidora empolgada em um shopping center cheio de promoções. Mas, mesmo diante deste cenário tão promissor, as empresas de tecnologia precisam se proteger.

No ano de 2011, a Apple foi processada por diversos pais norte-americanos, por conta dos jogos infantis permitirem compras In Game para crianças sem sequer requererem uma senha. De acordo com reportagem do jornal The Guardian, alguns pais tiveram contas na casa dos US$1,400 devido a compras de seus filhos usando créditos ou informações de cartões registradas na ITunes Store. Só no jogo Smurfs’Village, famoso na época, as crianças foram incentivadas a comprar barris de “Smurfberries” que custavam 99 dólares.

Casos como este servem como alerta para que os desenvolvedores tomem cuidado com os jogadores de grupos mais vulneráveis. É necessário pensar em barreiras de segurança de compras para que problemas legais desta natureza sejam evitados. Animado com os  jogos baseados em compras in game? Então conte pra nós sua experiência. E, continue acompanhando o Blog da Pay4Fun. Aqui você sempre encontra informações para monetizar os seus sonhos.

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